
KARL G LANGHANS 1731-1808 No início do séc. XVIII, com a Alemanha dividida em centenas de pequenos reinos, a construção de magníficos palácios requisitou o serviço de muitos pintores, mas não havia entre os alemães bons artistas – aqueles que o eram migravam para Roma formando uma numerosa colônia artística na cidade eterna – e os senhores tinham que convidar pintores italianos para fazer a decoração de suas esplendidas casas. Foi assim até que com o advento do reinado de Frederico II, em 1742, começaram a surgir bons artistas.
Desde bem pequeno, Langhans, mostrou pendor para pintura e escultura estudando o estilo dos artistas do período Barroco e do Classicismo tendo sido influenciado pelos escritos teóricos de Johann Winckelmann (1717-1768) que havia trabalhado em Roma e, de volta à pátria, escreveu livros onde elaborava a doutrina da nova arte que se fundava em abstrações e cujas convenções técnicas negavam ao artista usar particularidades quer individuais quer nacionais para que se alcançasse uma linguagem universal.
Para os alemães desta época, herdeiros de muitas conquistas políticas e científicas, o belo residia, sobretudo, nas formas gregas simples e robustas do dórico. Foi com estes parâmetros em mente que Langhans esboçou e dirigiu a construção da Porta de Brandenburgo (1788-1791), obra de composição grandiosa e ao mesmo tempo simples, com fortes sentimentos de harmonia e inspirada nos propileus de Atenas, os pórticos monumentais dos templos gregos. Mais tarde, em 1788, ele foi designado diretor dos serviços arquitetônicos de Berlim, dois anos após a morte de Frederico II.
homepage.mac.com/acam.bilbao/alemania1/Arquitectos.htm#langhans
Desde bem pequeno, Langhans, mostrou pendor para pintura e escultura estudando o estilo dos artistas do período Barroco e do Classicismo tendo sido influenciado pelos escritos teóricos de Johann Winckelmann (1717-1768) que havia trabalhado em Roma e, de volta à pátria, escreveu livros onde elaborava a doutrina da nova arte que se fundava em abstrações e cujas convenções técnicas negavam ao artista usar particularidades quer individuais quer nacionais para que se alcançasse uma linguagem universal.
Para os alemães desta época, herdeiros de muitas conquistas políticas e científicas, o belo residia, sobretudo, nas formas gregas simples e robustas do dórico. Foi com estes parâmetros em mente que Langhans esboçou e dirigiu a construção da Porta de Brandenburgo (1788-1791), obra de composição grandiosa e ao mesmo tempo simples, com fortes sentimentos de harmonia e inspirada nos propileus de Atenas, os pórticos monumentais dos templos gregos. Mais tarde, em 1788, ele foi designado diretor dos serviços arquitetônicos de Berlim, dois anos após a morte de Frederico II.
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